quinta-feira, 30 de maio de 2013

A Primeira Guerra Mundial

Entre os anos de 1870 e 1914, o mundo vivia a euforia da chamada Belle Epóque (Bela Época). Do ponto de vista da burguesia dos grandes países industrializados, o planeta experimentava um tempo de progresso econômico e tecnológico. Confiantes de que a civilização atingira o ápice de suas potencialidades, os países ricos viviam a simples expectativa de disseminar seus paradigmas às nações menos desenvolvidas. Entretanto, todo esse otimismo encobria um sério conjunto de tensões.
Com o passar do tempo, a relação entre os maiores países industrializados se transformou em uma relação marcada pelo signo da disputa e da tensão. Nações como Itália, Alemanha e Japão, promoveram a modernização de suas economias. Com isso, a concorrência pelos territórios imperialistas acabava se acirrando a cada dia. Orientados pela lógica do lucro capitalista, as potências industriais disputavam cada palmo das matérias-primas e dos mercados consumidores mundiais.
Um dos primeiros sinais dessa vindoura crise se deu por meio de uma intensa corrida armamentista. Preocupados em manter e conquistar territórios, os países europeus investiam em uma pesada tecnologia de guerra e empreendia meios para engrossar as fileiras de seus exércitos. Nesse último aspecto, vale lembrar que a ideologia nacionalista alimentava um sentimento utópico de superioridade que abalava o bom entendimento entre as nações.
Outra importante experiência ligada a esse clima de rivalidade pôde ser observada com o desenvolvimento da chamada “política de alianças”. Através da assinatura de acordos político-militares, os países europeus se dividiram nos futuros blocos políticos que conduziriam a Primeira Guerra Mundial. Por fim, o Velho Mundo estava dividido entre a Tríplice Aliança – formada por Alemanha, Império Austro-Húngaro e Itália – e a Tríplice Entente – composta por Rússia, França e Inglaterra.
Mediante esse contexto, tínhamos formado o terrível “barril de pólvora” que explodiria com o início da guerra em 1914. Utilizando da disputa política pela região dos Bálcãs, a Europa detonou um conflito que inaugurava o temível poder de metralhadoras, submarinos, tanques, aviões e gases venenosos. Ao longo de quatro anos, a destruição e morte de milhares impuseram a revisão do antigo paradigma que lançava o mundo europeu como um modelo a ser seguido.
A Primeira Guerra Mundial ocorreu no século XX. De 1914 a 1918, o continente europeu foi “palco” dos horrores causados pela guerra. Os principais motivos que levaram ao acontecimento da Primeira Guerra Mundial, segundo alguns estudiosos, foram o expansionismo, a exploração Imperialista da África e Ásia (a partir do final do século XIX até meados da década de 1960), a corrida armamentista e apolítica de alianças.
É consenso entre vários estudiosos que o início (estopim) da guerra ocorreu após o assassinato do arquiduque austríaco Francisco Ferdinando. Devemos salientar que esse fato não foi o fator preponderante que fez a guerra ter acontecido, mas um evento que motivou a explosão do barril de pólvora – metáfora que descreve as tensões diplomáticas entre os países europeus antes da guerra.      
A Primeira Guerra Mundial foi analisada e interpretada por diversos estudiosos e foi inspiração para diversas produções cinematográficas (aliás, somente a Segunda Guerra obteve mais produções cinematográficas que representaram o conflito). A Grande Guerra, como também foi descrita, foi dividida em algumas fases.
A primeira fase ocorreu de agosto a novembro de 1914 e ficou conhecida como a guerra de movimento, quando a Alemanha realizou ataques agressivos contra a França. Os alemães invadiram a Bélgica, derrotaram os franceses e caminharam rumo a Paris. Logo de imediato, a capital e o governo francês foram transferidos para a cidade de Bordeaux e os franceses conseguiram conter os ataques dos alemães, que recuaram a ofensiva em setembro de 1914.
Na primeira fase da guerra, a política de alianças já estava praticamente consolidada, mas alguns países ainda fecharam acordos, o que desencadeou na formação dos dois blocos inimigos durante a segunda fase da guerra: a Tríplice Entente, formada pela França, Bélgica, Grã-Bretanha, Rússia, EUA, entre outros; e a Tríplice Aliança, composta pela Alemanha, Áustria-Hungria, Turquia e Bulgária.
A segunda fase da Primeira Guerra Mundial aconteceu de novembro de 1914 a março de 1918. Essa fase ficou conhecida como a Guerra de posições, época em que ocorreram as maiores estratégias militares (os avanços dos exércitos custavam milhares de vidas). Nesse momento, teve início a chamada guerra de trincheiras, quando os exércitos se enterraram em valas com a finalidade de proteção.
A entrada dos Estados Unidos na Primeira Guerra Mundial confirmou-se durante a segunda fase. Os principais motivos da entrada dos EUA no conflito foram a promessa de apoio aos países europeus que compravam mercadorias das indústrias norte-americanas (a neutralidade ficou difícil) e os ataques dos submarinos alemães à marinha mercante dos EUA. No dia 6 de abril de 1917, os norte-americanos declararam guerra à Alemanha. Outro fato importante dessa fase foi a saída da Rússia, em 1917, da Guerra, em razão da Revolução Socialista Russa. Em tal momento, a Tríplice Aliança havia ganhado dois aliados, a Bulgária e a Turquia; e a Tríplice Entente teve a adesão da Romênia, de Portugal, do Japão, da Argentina e do Brasil.
As ofensivas de 1918 se constituíram como a terceira fase da Primeira Guerra Mundial. Novas armas bélicas foram utilizadas no conflito, além do uso de tanques e aviões de caça para bombardeios e também a chegada de um grande contingente de soldados norte-americanos (aproximadamente 1,2 milhão de soldados).
A entrada dos EUA reforçou a capacidade bélica da Entente, entretanto a saída da Rússia possibilitou a invasão da Itália e da França pela Alemanha. Mas a força bélica da Tríplice Entente conseguiu vitórias fundamentais sobre a Tríplice Aliança em territórios franceses.
No final de 1918, a Alemanha não tinha mais possibilidade de vencer a guerra e a população alemã forçou o imperador Guilherme II a abdicar do trono. Posteriormente foi instalada a república na Alemanha e decretada a sua derrota militar. A Primeira Guerra Mundial matou cerca de 8 milhões de pessoas e incapacitou aproximadamente 20 milhões.
A vitória da Tríplice Entente nos conflitos da Primeira Guerra (1914 – 1918) estipulou os acordos a serem assinados pelas nações derrotadas. A Alemanha, considerada a principal culpada pelos conflitos, foi obrigada a aceitar as imposições do Tratado de Versalhes, assinado em Paris, no mês junho de 1919. Em linhas gerais, o Estado alemão perdeu parte de seus territórios, zonas de exploração mineral e seus domínios coloniais. Além disso, as outras nações da Tríplice Aliança foram alvos de punição.
A Alemanha foi obrigada a devolver a região da Alsácia-Lorena para as mãos dos franceses. Os russos tiveram que reconhecer a independência da Polônia, que ainda foi agraciada com o corredor polonês (limite territorial que dava ao país uma saída para o mar). As colônias alemãs no continente africano foram divididas entre Inglaterra, Bélgica e França. Os outros domínios na região do Pacífico foram partilhados pelo Japão e Inglaterra.
Para evitar uma possível revanche e conter a mesma corrida armamentista que possibilitou a Primeira Guerra, esse mesmo tratado forçou o desarmamento alemão. O exército alemão não mais poderia ser formado através de alistamento obrigatório e suas tropas não poderiam ultrapassar o limite de 100 mil soldados. A força militar alemã não teria nenhum tipo de artilharia pesada e uma comissão seria responsável por impedir a criação de indústrias bélicas na Alemanha.
Não bastando todas essas restrições, os vencedores impuseram uma indenização astronômica aos cofres alemães. A Alemanha deveria pagar cerca de 270 milhões de marcos-ouro aos países aliados. Além disso, outras multas foram estipuladas para o pagamento de pensões às viúvas, mutilados e órfãos. A maior parte destas indenizações estipuladas foi concedida aos franceses.
Ao contrário de assegurar a paz, o Tratado de Versalhes foi visto como a grande motivação para uma Segunda Guerra Mundial. Seu caráter visivelmente punitivo alimentou o sentimento revanchista que abriu espaço para a ascensão dos estados nazi-fascistas na Europa. Alemanha e Itália foram tomadas por tais governos que, entre outros pontos, defendiam que a soberania nacional de seus países teria sido desonrada pelas medidas humilhantes do tratado.
O que poucas pessoas sabem que paralelamente ao final da guerra, mas precisamente no ano de 1918, começou a propagar-se no mundo uma epidemia de gripe, denominada de gripe espanhola. A epidemia de gripe alcançou quase todo o globo terrestre com exceção de alguns locais no Polo Norte (Sibéria) e Oceania.
No contexto histórico do ano de 1918, poucos sabiam da letalidade da epidemia de gripe espanhola, a comunidade médica, juntamente com a população, ainda não tinha conhecimento da epidemia de gripe. A gripe foi confundida com outras doenças como tifo, cólera e dengue.
Enquanto a I Guerra Mundial, segundo alguns pesquisadores do conflito, vitimou aproximadamente 8 milhões de pessoas, a gripe espanhola, que teve seu auge entre os meses de setembro e dezembro de 1918, vitimou assustadoramente cerca de 40 milhões de pessoas.
A letalidade da epidemia até hoje não foi explicada de forma plausível pela comunidade médica, alguns médicos defenderam que a epidemia iniciou-se de uma gripe aviária, mas a gripe de aves não pode ser contraída diretamente pelos seres humanos. Os suínos fizeram a ligação para a gripe humana, primeiro a gripe aviária se transformou em gripe suína e, posteriormente, transformou-se em gripe humana.
A denominação ‘Gripe espanhola’ aconteceu durante a I Guerra Mundial, os principais países envolvidos no conflito como a Inglaterra, a França, os EUA, a Rússia, a Alemanha, a Itália e o Japão, censuravam notícias sobre a presença da epidemia em seus territórios, em razão da questão bélica.
Durante o ano de 1918 (ano final da guerra), somente a Espanha se encontrava neutra no conflito, não participou efetivamente da guerra. Portanto, a imprensa espanhola não tinha motivos e tampouco foi censurada pelo governo espanhol de noticiar a presença de gripe em seu território. A notícia da epidemia só chegava da Espanha, assim, ficou subtendido que a gripe tinha originado em território espanhol, por isso o nome “gripe espanhola”. Atualmente sabemos que a epidemia de gripe não iniciou na Espanha, segundo grande parte dos pesquisadores da doença, a epidemia começou na China, porém outros pesquisadores defendem que a origem da moléstia se deu nos Estados Unidos.
Durante a I Guerra, milhares de combatentes também morreram infectados pela gripe no Front.






Holocausto

O Holocausto foi uma prática de perseguição política, étnica, religiosa e sexual estabelecida durante os anos de governo nazista de Adolf Hitler. Segundo a ideologia nazista, a Alemanha deveria superar todos os entraves que impediam a formação de uma nação composta por seres superiores. Segundo essa mesma idéia, o povo legitimamente alemão era descendente dos arianos, um antigo povo que – segundo os etnólogos europeus do século XIX – tinham pele branca e deram origem à civilização européia.
Dessa forma, para que a supremacia racial ariana fosse conquistada pelo povo alemão, o governo de Hitler passou a pregar o ódio contra aqueles que impediam a pureza racial dentro do território alemão. Segundo o discurso nazista, os maiores culpados por impedirem esse processo de eugenia étnica eram os ciganos e – principalmente – os judeus. Com isso, Hitler passou a perseguir e forçar o isolamento em guetos do povo judeu da Alemanha.
Dado o início da Segunda Guerra, o governo nazista criou campos de concentração onde os judeus e ciganos eram forçados a viver e trabalhar. Nos campos, os concentrados eram obrigados a trabalhar nas indústrias vitais para a sustentação da Alemanha na Segunda Guerra Mundial. Além disso, os ocupantes dos campos viviam em condições insalubres, tinham péssima alimentação, sofriam torturas e eram utilizados como cobaias em experimentos científicos.
Com o fim dos conflitos da 2ª Guerra e a derrota alemã, muitos oficiais do exército alemão decidiram assassinar os concentrados. Tal medida seria tomada com o intuito de acobertar todas as atrocidades praticadas nos vários campos de concentração espalhados pela Europa. Porém, as tropas francesas, britânicas e norte-americanas conseguiram expor a carnificina promovida pelos nazistas alemães.
Depois de renderem os exércitos alemães, seus principais líderes foram julgados por um tribunal internacional criado na cidade alemã de Nuremberg. Com o fim do julgamento, muitos deles foram condenados à morte sob a alegação de praticarem crimes de guerra. Hoje em dia, muitas obras, museus e instituições são mantidos com o objetivo de lutarem contra a propagação do nazismo ou ódio racial.


Durante os seis anos de guerra, foram assassinados pelos nazistas aproximadamente 6.000.000 de judeus – incluindo 1.500.000 crianças – representando um terço do povo judeu naquela época. Esta decisão de aniquilar os judeus, foi uma operação feita com fria eficiência, um genocídio cuidadosamente planejado e executado. Foi única na história em escala, gerenciamento e implementação, e por essa razão recebeu um nome próprio: o Holocausto.


Podemos citar duas obras literárias aqui que podem retratar a época e as atrocidades:

O Diario de Anne Frank
O Diário de Anne Frank é um diário escrito por Anne Frank entre 12 de junho de 1942 e 1 de agosto de 1944 durante a Segunda Guerra Mundial. Escondida com sua família e outros judeus em Amsterdã durante a ocupação nazista nos Países Baixos, Anne Frank, com treze anos de idade, conta, em seu diário, a vida deste grupo de pessoas. Em 4 de agosto de 1944, agentes da Gestapo detiveram todos os ocupantes que estavam escondidos em Amsterdã. Separam Anne de seus pais e levaram-nos para os campos de concentração. O Diário de Anne Frank Foi entregue por Miep Gies à Otto H. Frank após a morte de Anne Frank ser confirmada. Anne Frank faleceu no campo de concentração Bergen-Belsen no fim de fevereiro de 1945 quando tinha 16 anos. Otto foi o único dos escondidos que sobreviveu no campo de concentração. Em 1947, o pai decidiu publicar o diário. O diário está no Instituto Neerlandês para a Documentação da Guerra. O Fundo Anne Frank (na Suíça) ficou como herdeiro dos direitos da obra de Anne Frank. O pai Otto Heinrich Frank faleceu em 1980.


Post’s relacionados:

O Menino do Pijama Listrado
Esse livro é uma história sobre um menino de oito anos, lutando para entender o que acontece ao redor dele em Auschwitz, durante a Segunda Guerra Mundial e o Holocausto. O personagem principal, Bruno, é o filho de um comandante de campos de concentração de judeus. Da janela de seu quarto, Bruno descobre que, atrás de uma cerca, vivem pessoas vestindo pijamas de listras. Eles são os judeus, e estão em um campo de concentração, situação que o menino desconhece. Bruno, explorando seu quintal um dia foi mais longe, e chegou até a cerca que delimita o campo de concentração, e então conhece um judeu de sua idade, Shmuel. Mesmo do outro lado da cerca elétrica, o menino sempre ia ver Shmuel, seu único amigo, pois afinal, não sabia da rivalidade dos nazistas (como seu próprio pai) com os judeus. Bruno sempre achou que do outro lado da cerca, dentro do campo de concentração havia crianças livres, com quem poderia brincar, mas com o passar do tempo, acaba vendo que não é bem assim, e que a realidade é outra.


Livro e filme, que mostra os judeus no s campos de concentração. O livro foi escrito em 2006, e o filme foi lançado em 2008. Recomendo!!!

 


TRAILER DO FILME O Menino do Pijama Listrado (LEGENDADO)

Assuntos...

Vizinhos fofoqueiros... Banheiro público... E palavrão...  Porque tudo faz parte da mesma classe de assuntos desagradáveis (ou nem tanto) que enfrentamos sempre...
Se eu levasse jeito pra vlog eu faria um vídeo, mas jáh tentei, e fica muito podre...

Aquele vizinho que sabe até a que horas você acorda... Fofoqueiro, que vem contar que fulana é uma namoradeira e que o tio do primo, do avô, do filho da irmã da tia dela morreu... Que te pergunta quantas vezes você vai ao banheiro e se já fez sexo hoje... Que se você deixar escapar que esteve gripada, no dia seguinte vai ter gente chorando por que a vizinha aumentou tudo e pela boca dela, você já morreu...
Ou o vizinho que faz bagunça de madrugada, ou o vizinho que coloca o lixo pra fora no dia errado, ai o lixo fica lá uns três dias... 
Ta bom, ta bom, nem todo o vizinho é assim, mas a maioria é... Se vizinho fosse bom, não existia cerca...

E vai me dizer que você nunca ficou apertado e precisou ir a um banheiro público... Tendo que se cuidar ao máximo pra não pegar uma infecção ou uma DST lá dentro... Quando o banheiro não tem luz, nem porta, nem papel, ta entupido, fedendo e cheio de nomes e telefones nas paredes... Ahi vc demora o dobro do tempo para fazer as suas necessidades tentando não se desequilibrar daquela posição incomoda e cair naquele sanitário que não recebe higienização há uns 3 anos...  

Mas nestas horas como é bom falar um palavrão...  Mas cuidado! Nunca fale um palavrão na frente das crianças... Eles repetem, é não é bom que as pessoas falem o que não entendem... Eles podem estar falando a maior sujeira, mas não sabem o que significa... Mas cá entre nós... Falar um palavrão é reconfortante...

 

 


NNF - Palavrão

Pela diminuição do preconceito..

Sobre o preconceito...

Preconceito é o conceito prévio... Tirar um conceito de algo ou alguém antes de conhecer e saber do que se trata...

O ser humano repele tudo que é diferente, e é esta mania de diferenciar que gera o preconceito...

Preconceito contra o homossexualismo, racismo, tatuagem, outra religião, cabelo colorido, estilo musical, rico x pobre...

Que País é esse onde o preconceito está guardado em cada peito?!
Que País é esse onde as pessoas não podem ser iguais, devido a suas classes sociais?!

 É um fenômeno histórico e difuso;
A sua intensidade leva a uma justificativa e legitimização de seus atos;
Há grande sentimento de impotência ao se tentar mudar alguém com forte preconceito.
Vemos nos outros e raramente em nós mesmos.
EU SOU EXCÊNTRICO, VOCÊ É LOUCO!

Eu sou brilhante; você é tagarela; ele é bêbado.
Eu sou bonito; você tem boas feições; ela não tem boa aparência.
Eu sou exigente; você é nervoso; ele é uma velha.
Eu reconsiderei; você mudou de opinião; ele voltou atrás na palavra dada.
Eu tenho em volta de mim algo de sutil, misterioso, de fragrância do oriente; você exagerou no perfume e ele cheira mal.

Estereótipo: É um conjunto de características presumidamente partilhadas por todos os membros de uma categoria social. É um esquema simplista mas mantido de maneira muito intensa e que não se baseia necessariamente em muita experiência direta. Pode envolver praticamente qualquer aspecto distintivo de uma pessoa – idade, raça, sexo, profissão, local de residência ou grupo ao qual é associada.


O importante é o direito de cada um ser quem é, se vestir como quiser e poder viver em paz e feliz, independente de sua opção sexual, raça, estilo, religião... 


3ª Guerra Mundial?!...

Nós estudamos muito sobre a primeira e a segunda guerras mundiais... E nos perguntamos: será que existe a possibilidade de uma 3ª Grande Guerra?  
Nós vemos o caos no mundo todos os dias, e quando eclodiram a S.O.P.A e a P.I.P.A chegamos a acreditar, por várias ameaças, que eclodiria uma guerra sim...
Vários locais estão em guerra, tudo em busca do enriquecimento de uns, matando outros povos para isso e manipulando a mídia para fazer os vilões parecerem bonzinhos e os protetores de sua terra, os foras da lei...
Devido à imbecilidade atual do ser humano, ele não tem capacidade de gerar uma guerra, pois não se importa com nada... Mas também devido a hipocrisia o ser humano é capaz de matar pelos menores motivos, ou sem os mesmos...
Muitos países estão armados, e o Brasil seria bombardeado... Tantas pessoas morrem todos os dias por culpa do próprio ser humano...  Talvez já estejamos em guerra... O mundo precisa de paz...


System of A Down - Soldier Side Legendado (PT_BR)

Scar Black 17

Se você não leu desde o inicio da história, olha os link's aki:

Parte 1
Parte 2
 Parte 3
Parte 4
Parte 5
Parte 6
Parte 7
Parte 8
Parte 9
Parte 10
Parte 11
Parte 12
Parte 13
Parte 14
Parte 15
Parte 16

Continuação... 

Pedro e Luna haviam fugido para se casar. Os quatro elementos de NPL haviam desaparecido, provavelmente pelo desagradável encontro entre Fogo e Carlos. Os corredores do castelo estavam novamente vazios, neles só caminhavam Mey, Carlos, Kamily e o Mago.
Mey foi avisada por uma empregada que havia um homem na sala de entrada que queria falar com ela, Mey estava indo para lá, parou na porta, viu um homem de casaco comprido e com capuz na cabeça, ele estava de costas, mas Mey conhecia aquela energia e era inacreditável que ela ainda existisse com tanta intensidade.
O homem se virou e tirou o capuz, Mey abriu um sorriso:
- Sezor! Você esta vivo!
- Como você mesma diz: surpresa!
Mey abraçou Sezor, teve certeza de que ele era de carne e osso.
- Onde está Pedro? Luiza?
- Luiza se matou quando eu disse a ela que você estava morto. – mentiu Mey. – Pedro esta bem, mas fugiu para se casar, a culpa disso foi minha que não aceitei que ele se casasse com uma ex prostituta.
Sezor se sentou no chão:
- Tem mais alguma coisa pra me contar ou eu já posso desmaiar?
- Tem muita coisa que você precisa saber!
Mey contou tudo a Sezor.

Chegou o dia da batalha, as tropas de Diamante estavam chegando, as tropas de Scar Black estavam prontas, esperando no campo de batalha. O Mago, Kamily, Mey, Sezor e Carlos estavam à frente do exército.
O exercito de Diamante não deu sinal algum, simplesmente começou a atacar, a batalha não durou muito, apenas algumas horas.
Mey viu Kamily no chão, chegou perto para tentar socorrê-la, mas sua mãe estava morta, e desta vez não tinha volta, Mey se desesperou e começou a chorar, se já não estivesse morta, o oponente já teria a matado também.
O exercito de Scar Black já estava bem cansado, quando surgiu no horizonte, mais uma imensa quantidade de homens de Diamante.
Kamily estava morta e o exército de Scar Black havia perdido a batalha.
O exercito de Diamante foi embora, os poucos homens de Scar Black que sobraram estavam muito machucados, o Mago não havia ganhado nem um arranhão, Sezor estava quase morrendo no chão, Carlos tinha cortes profundos e tentava consolar Mey. Carlos tentou, mas não conseguia mais se transformar em macaquinho.

O olho do Mago ficou vermelho sangue, o Mago não era o Mago, o verdadeiro Mago havia sim morrido há milênios atrás, o Mago era Lee.
Mey tentou avançar, mas não conseguia se mexer, Lee havia a paralisado:
- É né, Mey, eu estou mais forte, mais do que você possa imaginar.
Sezor não conseguia se mover, não conseguia nem falar, Lee fez com que o corpo dele se queimasse, matando-o.
- Este planeta não tem mais jeito, não aceitam o meu reinado, mas eu sempre movi a todos como fantoches!
A terra começou a tremer, Lee causou a explosão de Scar Black, a partir daquele momento, Scar Black sumiu do mapa, com todos os seus habitantes. O planeta foi destruído.


Eu, Pedro e minha Luna fomos os únicos que sobramos desta história toda, sabe por que...

... Fugimos para a Terra!


... Continua... 
O Prólogo...  

Alfabeto Grego...

Letra
Nome
Α α
Β β
Γ γ
Δ δ
Ε ε
(Ϝ)
Ζ ζ
Η η
Θ θ
Ι ι
Κ κ
Λ λ
Μ μ
Ν ν
Ξ ξ
Ο ο
Π π
(Ϻ)
(Ϙ)
Ρ ρ
Σ σ,ς
Τ τ
Υ υ
Φ φ
Χ χ
Ψ ψ
Ω ω
(Ͳ)


 O alfabeto grego  é o conjunto de 24 letras (na atualidade) utilizado na escrita da língua grega. Acredita-se que tal sistema foi instituído por volta de 750 a.C. encontrando-se em uso contínuo durante os últimos 2.750 anos.
Sua importância é ainda hoje imensa, pois além de ser a escrita representativa de uma das mais importantes culturas desenvolvidas pela humanidade, ela foi difundida entre as mais diversas regiões, como Índia, Egito, Cáucaso, tendo ainda servido de base para a composição de outros alfabetos, como o cirílico, utilizado no registro da língua russa, o georgiano, utilizado para escrever a língua georgiana e outras vizinhas, ou ainda o alfabeto copta, utilizado na escrita do idioma egípcio, hoje limitado à liturgia da igreja copta (cristã) do Egito. Isso tudo sem mencionar o uso cotidiano das letras gregas na matemática, astronomia, em fórmulas químicas, designação de parâmetros de circuitos eletrônicos, características de componentes, etc.
A escrita foi desenvolvida a partir do alfabeto cananita/fenício e a ordem e os nomes das letras são derivadas do fenício. Os significados originais dos nomes das letras fenícias foram, em boa parte, perdidas quando o alfabeto foi adaptado para o grego. Em todo caso, sabe-se, por exemplo, que a primeira letra grega, “alfa”, deve seu nome à palavra  fenícia “aleph”, que neste idioma significa “boi”; já a segunda letra, “beta” vem do fenício “beth”, que significa “casa”.



Alfabeto grego
Αα
Νν
Ββ
Ξξ
Γγ
Οο
Δδ
Ππ
Εε
Ρρ
Ζζ
Σσς
Ηη
Ττ
Θθ
Υυ
Ιι
Φφ
Κκ
Χχ
Λλ
Ψψ
Μμ
Ωω
Letras obsoletas
Digamma uc lc.svg
Qoppa uc lc.svg
San uc lc.svg
Sampi uc lc T-shaped.svg
Outros caracteres
Stigma uc lc.svg
Sho uc lc.svg
Heta uc lc.svg